O candidato do PL ao governo de Minas, empresário Flávio Roscoe, visitou nesta terça-feira (25/8), a Igreja Batista Getsêmani, no bairro Dona Clara, em Belo Horizonte. Em conversa com os fiéis, ele afirmou que pretende levar para a administração estadual a experiência acumulada durante os anos em que presidiu a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg). Roscoe disse que pretende utilizar a experiência acumulada na Fiemg em uma eventual gestão no governo de Minas. Ele foi recebido pelo pastor Jorge Linhares, presidente da igreja e também do Conselho de Pastores e Ministros do Estado de Minas Gerais (Cpemg). 

"Fui presidente da Federação das Indústrias agora nos últimos oito anos para servir e fiz esse trabalho com muito orgulho. Peguei uma entidade com 60 mil alunos e estou entregando ela com 300 mil alunos", afirmou o candidato, se referindo às escolas técnicas ligadas à federação. "Hoje, a melhor escola de baixa renda do Brasil para o Enem é a Escola do Sesi Minas Gerais. Das dez melhores escolas no Sesi no Brasil, nove estão em Minas Gerais", disse.

 Para o candidato, a educação deve ser uma das prioridades da administração pública. "A ignorância efetivamente hoje é o grande problema do Brasil”, afirmou. Roscoe também apresentou números financeiros da Fiemg.

Segundo ele, a entidade tinha receita de R$ 1 bilhão quando ele assumiu a presidência e atualmente registra R$ 2,7 bilhões. "Peguei uma instituição com R$ 1 bilhão de receita e estou entregando com R$ 2,7 bilhões em oito anos", afirmou. O candidato disse ainda que o patrimônio da entidade passou de R$ 700 milhões para R$ 5,5 bilhões durante sua gestão.


Segundo Roscoe, a Fiemg também passou de uma situação de endividamento para superávit em caixa. "Peguei com R$ 250 milhões de dívidas e estou entregando com R$ 3,7 bilhões no caixa, para o sucessor fazer aquilo o que ele pode fazer", afirmou.

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Além dos números financeiros e da educação, Roscoe citou ainda a criação de escolas, clubes, centros de pesquisa e tecnologia durante sua gestão à frente da Fiemg. "Esse é um trabalho para a coletividade. E o que mais eu fiz foi escolas, clubes, centros de pesquisa e tecnologia", disse.

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