O governador e candidato à reeleição Mateus Simões (PSD) defendeu a criação de uma Política Integrada de Saúde e Educação para atendimento a famílias e crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e doenças raras, caso conquiste novamente a cadeira no Palácio Tiradentes.
A afirmação foi feita durante visita à Escola Inclusiva Geny Carvalho Trindade, em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, na manhã desta segunda-feira (24/8). A instituição de ensino recebeu R$ 9,8 milhões do governo estadual através do programa Mãos Dadas e reúne atendimento especializado em educação e saúde para crianças neurodivergentes.
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O candidato declarou que, para que seja possível o atendimento às crianças, é preciso “misturar” os servidores da educação e da saúde. “Não é possível atender uma criança dessa de forma completa se você tiver 'só' dentro do ambiente de educação ou 'só' dentro do ambiente de saúde. A necessidade da criança tem que ser atendida de forma completa”, declarou.
Ele disse que “fica feliz” de ver a integração de áreas que “normalmente andam separadas em outros lugares”, como assistência social, educação e saúde, área que engloba medicina, enfermagem, psicologia, fisioterapia e fonoaudiologia.
Simões argumentou que o estado avançou no combate a doenças raras, sendo referência nacional, desde 2025, no teste do pezinho ampliado que detecta 60 enfermidades. “O nosso governo já foi marcado por um cuidado muito grande com as nossas crianças, desde o nascimento, com o teste do pezinho ampliado, em que a gente consegue detectar doenças raras, que muitas vezes vão demandar da gente esse tipo de cuidado especial na educação”, declarou.
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Ele disse também que, se eleito, a meta é fortalecer o programa de triagem neonatal ampliada, de modo a garantir que todos os bebês nascidos no estado sejam testados e que, caso seja identificada alguma doença, possam ter acompanhamento especializado imediato.
