O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) anunciou, por meio de sua assessoria de imprensa, que cancelou sua participação no debate dos presidenciáveis promovido pela "Band" em razão da ausência do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de outros candidatos na dinâmica.

Em nota enviada à imprensa, a equipe de Zema comentou sobre a mudança de data do primeiro confronto televisivo entre os presidenciáveis, que inicialmente seria promovido em 16 de agosto e mudou para a noite deste domingo (23/8), afirmando que “havia sido considerada sob a premissa e a expectativa de que o candidato Lula fosse participar, garantindo a pluralidade do encontro”.

No entanto, diante da resistência da equipe lulista, que argumenta que o formato pode colocar Lula diante de uma bancada formada por adversários de direita, a equipe de Zema acredita que "a alteração de data perdeu o seu propósito inicial".

"O posicionamento do Partido Novo é de oposição ao governo Lula e ao PT, cuja atuação é considerada uma tragédia ao país", afirma trecho da nota.

De 13 candidatos, seis foram chamados por "relevância pública". Outro candidato que cancelou sua presença foi o senador Flávio Bolsonaro (PL), que condicionou sua presença também à presença de Lula. Já Pablo Marçal (PTRB), que também havia sido convidado, foi impedido de participar por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Com os cancelamentos, o debate deve reunir o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), o presidente nacional do Partido Missão, Renan Santos, e o psicanalista Augusto Cury (Avante).

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O goiano reafirmou sua participação no debate. "Minha gente, todo mundo me conhece. Eu não dou marcha ré nem pra trem carregado de dinamite. Estarei lá", afirmou em áudio enviado à imprensa.

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