"A Espanha, neste domingo, 19, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos EUA, ao vencer o jogo da final da Copa, a Argentina, por 1x0, se torna bicampeão mundial de futebol. A outra conquista foi em 2010, na Copa da África do Sul. Porém, se não foi brilhante desde o início da competição, a Espanha, pelo menos ao lado da França, foi a seleção com futebol dinâmico que mais buscou o gol nas partidas que disputou.
E nesse domingo na final da Copa, mesmo com a Argentina, acovardada em campo, a seleção de Luis de La Fuente, fez a sua parte, aproveitou da apatia da seleção de Lionel Scaloni, e no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação fez o gol do título através de
Ferran Torres.
Além do título mundial, a seleção espanhola teve três de seus atletas premiados, como o zagueiro Cubarsi, melhor jogador jovem; Unai Simôn, melhor goleiro; e o volante Rodri, como melhor da Copa. Eu esperava mais em campo do jovem atacante Lamine Yamal, mas como boa surpresa nesse jogo final da Copa, nesta seleção da Espanha, foi o também jovem atacante Nico Willians.
E, do lado da Argentina, assistimos a um Messi, apagado, sem a genialidade atribuída a ele como jogador de futebol, principalmente como se espera em momentos decisivos de uma final de Copa do Mundo. Destaque mesmo nesta partida final somente ao goleiro Dibu Martínez, que evitou com suas ótimas defesas uma goleada da Espanha. E negativa desta seleção Argentina foi de não reconhecer o título da Espanha, quando, no momento da premiação da comissão técnica e dos atletas espanhóis, jogadores argentinos ficaram de costas para importante cerimônia. Lamentável..."
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Paulo Panossian
São Carlos – SP