“Antes de o demagogo e soberbo presidente dos EUA, Donald Trump, dizer nesta segunda-feira, 9, que a guerra contra o Irã 'está praticamente concluída' e que, horas depois, o primeiro ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmar que a guerra duraria mais cinco semanas, mesmo assim o preço do barril de petróleo no mercado internacional, que girava em torno de US$ 120, despencou como ontem, chegando aos US$ 91,96. Porém, ainda muito distante do preço de US$ 58,40 antes de alcançar o patamar de US$ 120. Porém, apesar de a nossa Petrobras não indicar um reajuste nos combustíveis em meio a essa guerra e alta volatilidade do preço do petróleo, a expectativa é de uma alta da inflação no país. Que na próxima reunião do Copom, entre os dias 17 e 18 deste mês, da aposta que a taxa Selic seria reduzida em 0,50 ponto percentual, hoje, o mercado precifica queda de 0,25 ponto percentual. Ou que também podendo o BC decidir manter a Selic nos atuais 15%. E a uma semana da reunião do Copom, não dá para acreditar no que falam sobre a guerra Trump e Netanyahu. Ou seja, o pessimismo é o que mais permeia o mercado mundial... Porém, apesar de todo esse quadro nebuloso, a bolsa nesta terça-feira subiu próximo de 1,80% e o dólar recuou 0,53% para R$ 5,15.”
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PAULO PANOSSIAN
São Carlos – SP