“Finalmente e graças à Polícia Federal, todas as suspeitas que recaiam sobre o relator do caso Master, no STF, ministro Dias Toffoli, de que estava agindo com suas decisões estranhas em defesa própria, ou seja, por algum envolvimento seu com o caso que relata, e também de seus irmãos, agora se esclarece. Quando a própria PF pede a suspeição de Toffoli, após periciar um celular apreendido do fraudador, dono do banco, Daniel Vorcaro, no qual encontraram trechos de diálogos com menções ao nome de Toffoli. E diante da grande repercussão nesta quinta-feira, 12, finalmente, o citado ministro do STF, vem a público e admite ser sócio da Maridt, que fez negócios como de venda de parte de sua participação societária no resort Tayaya (Paraná) a um fundo ligado a Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro. Na realidade, se o ministro Dias Toffoli não se dignar a renunciar seu cargo no STF, o presidente do Supremo, Edson Fachin, precisará dar urgente resposta à Nação! Já que evidências não faltam porque o diretor da Policia Federal, Andrei Rodrigues, entregou para Fachin, um relatório de 200 páginas, no qual identifica que Dias Toffoli também está envolvido com gente ligada ao liquidado por fraudes, Banco Master... Agora fica faltando explicação da esposa do ministro do STF, Alexandre de Moraes, que, como advogada, tem um contrato de R$ 129 milhões com o Master.”
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Paulo Panossian
São Carlos – SP