Trabalhar com mais de uma agência de viagens costuma levantar uma dúvida prática para o empresário: como manter o controle dos gastos quando as compras passam a ser feitas com parceiros diferentes. Na Loupit, Travel Tech brasileira que combina um marketplace de viagens corporativas com uma plataforma integrada de viagens e despesas, a estrutura de gestão permanece a mesma, qualquer que seja a agência escolhida.
A empresa pode trabalhar com uma única agência ou comparar ofertas de até três agências no mesmo ambiente. Em qualquer formato, a política de viagens, os limites de gastos, os centros de custo e os fluxos de aprovação continuam orientando as escolhas. Os relatórios consolidam as informações da operação e permitem acompanhar as compras realizadas com diferentes parceiros.
Mesmas regras para todas as agências
A ampliação da concorrência ocorre dentro das regras da organização. Na Loupit, os resultados das agências consideram o preço final, incluindo as taxas de serviço negociadas. A plataforma também permite incorporar tarifas com descontos negociados pela empresa e pelas agências, que entram na análise junto às demais alternativas disponíveis.
Para Amos Aliperti, diretor de Customer Experience na Loupit, a continuidade da estrutura de gestão é um dos principais benefícios do modelo.
"O viajante não precisa reaprender a solicitar uma viagem porque a empresa decidiu mudar de agência. O gestor também preserva os dados que utiliza para acompanhar gastos e tomar decisões. A troca de parceiro pode acontecer com muito menos impacto na rotina, porque o ambiente de trabalho e a memória da operação permanecem", explica.
Gasto cresce acima do número de viagens
O acompanhamento ganha peso em um mercado em expansão. Levantamento da Abracorp (Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas) mostra que as agências associadas faturaram R$ 11,07 bilhões entre janeiro e setembro de 2026, alta de 7,41% sobre o mesmo período de 2025. Em setembro, o número de transações recuou 5%, para 1,63 milhão, enquanto o tíquete médio subiu 7,1% e chegou a R$ 803,67.
No cenário global, o relatório BTI (Business Travel Index) 2026, da GBTA (Global Business Travel Association), projeta que os gastos com viagens corporativas alcancem o recorde de US$ 1,71 trilhão neste ano, com alta de 7,2%, enquanto a quantidade de viagens deve crescer 1,3%, reflexo do aumento dos custos de transporte e de viagem.
Tecnologia e atendimento no mesmo ambiente
Um exemplo é a Uniglobe Pro, agência de viagens corporativas que utiliza a tecnologia da Loupit para integrar reservas, políticas, aprovações e despesas. Seus clientes podem comprar exclusivamente com a Uniglobe Pro ou comparar suas ofertas com outras agências homologadas no marketplace, mantendo a gestão centralizada e o atendimento especializado da agência nas viagens que ela comercializa.
A Loupit também foi a primeira Travel Tech a ter integração com inteligência artificial agêntica para a compra de viagens corporativas. Pela integração com ChatGPT, Claude, Copilot ou Gemini, gestores podem obter insights sobre gastos e oportunidades de economia, gerar relatórios e consultar aprovações em linguagem natural, conforme o perfil de acesso.
Na avaliação de Patrick Tytgadt, CEO da Loupit, essa arquitetura permite que as agências sejam valorizadas pela qualidade do que entregam.
"A agência tem um papel fundamental no atendimento, na negociação e na resolução dos problemas do viajante. Queremos que ela seja escolhida por essa capacidade e pela competitividade das suas condições. Quando a empresa pode comparar e mudar de parceiro preservando sua estrutura de gestão, a relação comercial ganha mais transparência", diz.
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Para o empresário que avalia trabalhar com mais de uma agência, a leitura da Loupit é que a comparação não precisa significar perda de controle: as regras, as aprovações e os relatórios ficam reunidos na mesma plataforma.
