Um ataque cibernético costuma ser visto, antes de tudo, como assunto da área de tecnologia. Para o escritório CAR | HFW (car-law.com.br), porém, um episódio desse tipo raramente fica contido em uma única esfera: ele pode abrir, ao mesmo tempo, riscos regulatórios, disputas de contrato, questionamentos de autoridades, pressão de investidores e danos à imagem.

O mesmo raciocínio vale para um acidente ou para uma interrupção operacional. Em qualquer desses cenários, segundo o escritório, a resposta depende de especialistas de várias áreas agindo em conjunto desde as primeiras horas, e não da reação isolada de cada departamento.

Uma crise, várias frentes

Na prática, a resposta a um ataque cibernético não termina quando o problema técnico é contido. O mesmo incidente pode envolver, em paralelo, reguladores, contrapartes de contratos, autoridades, investidores e a reputação da companhia. Cada uma dessas frentes pede decisões rápidas, e elas precisam conversar entre si.

“Preparar antes, reagir durante, evoluir depois. A prática integrada de gerenciamento de crises nasce justamente para garantir que essas decisões sejam tomadas de forma coordenada desde o início”, diz Julio Costa, sócio gestor do escritório.

Nova prática

É com base nessa premissa que o escritório lança oficialmente sua prática integrada de gerenciamento de crises. A iniciativa junta numa frente única o trabalho que antes era feito separadamente pelas diferentes áreas do CAR | HFW, que tem experiência em algumas das principais crises enfrentadas no Brasil nos últimos 30 anos, em setores como aviação, infraestrutura, energia, transporte marítimo e tecnologia.

Cyber entre os cenários do evento

O palco do lançamento é o “Café Sem Crise”, no Tivoli Mofarrej, em São Paulo, encontro apoiado institucionalmente pela Associação Brasileira de Gerência de Riscos (ABGR). No lugar dos painéis tradicionais, haverá uma dinâmica “gamificada”, na qual os participantes vão atuar com os painelistas em três cenários hipotéticos de crise. Um deles é justamente de cyber; os outros dois envolvem shipping e aviação.

Entre as empresas previstas estão Starr, MAPFRE, JBS, Axia Energia, Marintek Services, Entelgy, EDP, Embraer, Azul e LATAM Airlines, além de outras companhias.

O alerta para as empresas

Pela leitura do escritório, diante de um ataque cibernético, a empresa deve tratar o caso desde o primeiro momento como algo que vai além da TI, colocando lado a lado, já nas primeiras horas, os especialistas das frentes regulatória, contratual, institucional e de reputação.

Siga nosso canal no WhatsApp e receba notícias relevantes para o seu dia

O CAR | HFW é uma banca brasileira que opera em cooperação com o HFW, escritório internacional centenário.

compartilhe