Quem vende pela internet costuma dedicar tempo à escolha do produto, do anúncio e da página de vendas. A tecnologia que recebe o pagamento, porém, também interfere no resultado do negócio. O gateway de pagamento, sistema que fica entre quem compra e quem vende, tem efeito direto sobre a quantidade de compras aprovadas, o custo de cada venda e o tempo que o dinheiro leva para chegar à conta.

Esses três pontos orientam a operação da Átomo Pay, fintech de São José do Rio Preto (SP) fundada em abril de 2023 por Danilo Oliveira e Mayara Vitor. A empresa recebeu o título de Melhor Gateway de Pagamento de 2026 na premiação do Afiliados Brasil, realizada em 28 de maio no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo.

O que o gateway faz em cada venda

Na prática, o gateway recebe os dados do Pix, do cartão ou do boleto, confirma a transação e repassa o valor ao vendedor. Por isso, a escolha desse serviço tem peso na rotina de produtores digitais, afiliados e lojas virtuais, que dependem dele para transformar cada pedido em receita.

Critério 1: prazo para o dinheiro chegar

O intervalo entre a venda e o repasse define quanto dinheiro o negócio tem disponível no dia a dia. Na Átomo Pay, os pagamentos feitos via Pix ficam disponíveis no mesmo dia. Nas vendas com cartão de crédito, o vendedor pode antecipar o recebimento para dois dias. A plataforma atende quem vende produtos físicos e digitais.

Critério 2: custo de cada venda

Outro ponto de atenção é a forma de cobrança. A Átomo Pay não cobra mensalidade nem taxa de adesão, e o custo existe apenas quando o cliente realiza uma venda. Para negócios de assinatura, o sistema oferece cobrança recorrente, além de integração com ferramentas comuns no mercado de afiliados.

Critério 3: suporte na hora do problema

O terceiro critério é o atendimento. Para Danilo, CEO da empresa, quem vive de vendas online precisa de uma estrutura confiável e de um suporte que responda assim que o problema aparece. "O mercado está cheio de plataformas, mas faltava uma base. A gente viu muita gente boa travar por causa de sistema com falha, checkout com erro e suporte que não responde. Quem vende pela internet não pode parar para pedir ajuda. Precisa ter com quem contar", afirma.

A avaliação nasce da experiência dos próprios fundadores, que já vendiam pela internet com uma rede de afiliados antes de abrir a empresa e, em certa ocasião, precisaram refazer a operação em outra plataforma às pressas. "Eu tive que mover uma grande quantidade de afiliados, cadastrar tudo de novo, apresentar a plataforma nova, configurar taxa. Foi uma semana de caos", lembra Mayara, cofundadora. Segundo ela, a relação com os parceiros fez a diferença. "Como a gente trabalha muito próximo do afiliado, eles confiam muito na gente. Então conseguimos fazer a migração e tudo deu certo".

Hoje, para quem trabalha com afiliados, o sistema da Átomo Pay divide automaticamente a comissão de cada venda entre os parceiros e oferece ferramentas para gerenciar essa rede. O atendimento é feito por uma equipe humana.

Como comparar antes de contratar

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Na hora de escolher um gateway de pagamento para vender pela internet, a experiência da Átomo Pay aponta para um roteiro simples de comparação: verificar em quanto tempo o valor de cada venda fica disponível, se existe cobrança fixa mesmo nos meses sem faturamento, se a plataforma atende o tipo de produto vendido, físico ou digital, e se há atendimento humano quando algo sai do previsto. Mais informações em atomopay.com.br.

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