O mercado brasileiro de viagens corporativas movimentou cerca de R$ 147,8 bilhões em 2025 e deve chegar entre R$ 158 bilhões e R$ 160 bilhões em 2026, segundo o Panorama das Travel Techs 2026, levantamento divulgado pela Loupit, travel tech de gestão de viagens e despesas corporativas. O estudo mapeou 225 empresas de tecnologia em atividade no país, distribuídas em 16 categorias, e revela um contraste que preocupa empresários mineiros: mesmo com um mercado bilionário e em expansão, boa parte da compra corporativa ainda passa por telefone, e-mail e planilha.

Onde o processo manual pesa mais no bolso

O levantamento identificou que Tecnologia para Turismo (56 empresas), Mobilidade (33) e Viagens Corporativas (24) concentram quase metade do mapa nacional, seguidas por Agências de Viagens Online (21) e Eventos (17). Isso mostra que a oferta de ferramentas para digitalizar a compra corporativa já existe em volume relevante. Para o empresário mineiro que ainda organiza deslocamentos de equipe por telefone ou e-mail, isso significa que a troca por um processo mais eficiente é hoje uma questão de escolha, e não de falta de opção no mercado.

A metodologia do estudo segue um critério simples: uma empresa, uma categoria, definida pelo modelo comercial que a própria companhia apresenta em seus materiais públicos, e não por uma avaliação da Loupit sobre a qualidade de cada solução. Empresas que atuam em mais de uma frente foram alocadas em sua atividade principal, o que evita dupla contagem entre as categorias. O corte de informações públicas utilizado é 31 de agosto de 2026, e estar no mapa não representa parceria, certificação ou endosso da Loupit.

Falta de padronização gera retrabalho

"Ter 225 travel techs não significa ter 225 inovações. Nunca tivemos tanta tecnologia e, ao mesmo tempo, tantos processos manuais. Essa contradição precisa acabar e a inteligência artificial já está acelerando essa transformação. A verdadeira inovação não está em lançar mais uma plataforma, mas em conectar o que já existe, automatizar o que ainda é manual e simplificar o que nenhuma solução conseguiu resolver sozinha", afirma Patrick Tytgadt, Founder e CEO da Loupit.

A Loupit opera como um marketplace de viagens corporativas, que conecta agências e empresas em um mesmo ambiente, permitindo que a empresa cliente compare cotações de agências homologadas e compre aéreo, hotel, rodoviário e locação com política de viagens, alçadas e prestação de contas integradas em um único lugar, sem depender de trocas manuais de e-mail entre setores e fornecedores.

Investimento recente reforça o movimento

O estudo também aponta que três travel techs brasileiras somaram mais de R$ 1,1 bilhão em rodadas de investimento e transações societárias em pouco mais de doze meses, via duas rodadas de Série B de R$ 240 milhões cada e uma transação societária de cerca de R$ 700 milhões. É sinal de que o setor tem atraído capital relevante, mesmo com a maior parte das empresas ainda operando em escala pequena. Para companhias mineiras que buscam substituir controles manuais por uma agência de viagens corporativas digital integrada, o momento é de mercado maduro o suficiente para escolher com segurança.

Sobre a Loupit: a empresa é uma travel tech brasileira de gestão de viagens e despesas corporativas que atua como um marketplace conectando agências e empresas. Na plataforma, a empresa cliente compara em um mesmo ambiente as cotações das agências que homologou e compra aéreo, hotel, rodoviário e locação com política de viagens, alçadas e prestação de contas integradas. A solução reúne ainda gestão de despesas, inteligência artificial aplicada à economia de custos, aplicativo para o viajante e atendimento 24 horas por dia, 7 dias por semana.

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O Panorama das Travel Techs 2026 traz a lista nominal das 225 empresas mapeadas, categoria por categoria, com página própria para cada uma das 16 categorias, e está disponível gratuitamente em https://loupit.com/blog/mapa-travel-techs.

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