Empresas de médio e grande porte enfrentam pressão crescente para reduzir custos indiretos de viagem corporativa, um item que soma múltiplos contratos, sistemas e processos manuais de prestação de contas. É nesse cenário que a consolidação de fornecedores em uma única plataforma vem ganhando espaço como resposta.
A Loupit lançou um superapp de viagens corporativas que reúne doze módulos em um único ambiente: passagem aérea, hospedagem, locação de veículos, transporte rodoviário, seguro viagem, mobilidade urbana, cashback, bleisure, relatórios gerenciais, conciliação de pagamentos, marketplace de fornecedores e um portal de lazer para compras pessoais dos colaboradores.
Onde está o ganho de custo
Levantamentos da McKinsey & Company sobre expense management indicam que empresas que adotam self-booking e automação de despesas reduzem entre 20% e 30% os custos operacionais indiretos. A automação na captura de comprovantes por inteligência artificial, combinada à conciliação bancária automática, também tem encurtado o ciclo de prestação de contas dos colaboradores, de uma média de sete dias para menos de 24 horas, segundo dados da Certify e da Expensify.
Dentro dessa conta, a categoria de deslocamento em solo, que soma aplicativos, táxis, locação de veículos e reembolso de quilometragem, costuma representar entre 15% e 20% do orçamento total de viagens em empresas de médio e grande porte. É uma fatia relevante o suficiente para justificar gestão dedicada, e passa a ter módulo próprio dentro da plataforma da Loupit, ao lado da mobilidade urbana e do controle de cashback.
O que muda na rotina do gestor
Patrick Tytgadt, fundador da travel tech Loupit, resume o problema que a plataforma busca resolver: "O gestor de viagens corporativas não quer mais lidar com dez contratos diferentes, dez logins e dez relatórios que não conversam entre si. A consolidação em uma única plataforma permite visibilidade completa dos gastos e tomada de decisão mais ágil".
Segundo dados atribuídos à ALAGEV (Associação Latino-Americana de Gestão de Eventos e Viagens Corporativas), o setor de viagens corporativas no Brasil movimentou entre R$ 13,5 bilhões e R$ 15 bilhões mensais nos últimos anos, puxado pela retomada de feiras e reuniões presenciais. É um volume que reforça por que o peso da eficiência de custo se tornou prioridade para quem administra viagens dentro da empresa.
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Para companhias que ainda dividem a gestão de viagens entre múltiplos fornecedores, a consolidação em uma plataforma única surge como caminho direto para reduzir custo operacional indireto sem abrir mão de cobertura completa de serviços, da reserva à conciliação financeira.
