O Supremo Tribunal Federal (STF), a mais alta instância do Poder Judiciário brasileiro, é composto por 11 ministros. Suas decisões em temas como direitos fundamentais, economia e política afetam diretamente a vida de todos os cidadãos. Os membros da Suprema Corte são indicados pelo presidente da República e precisam ser aprovados pelo Senado Federal antes de tomar posse. O mandato é vitalício, com aposentadoria compulsória aos 75 anos.

Atualmente, em julho de 2026, a Corte funciona com um membro a menos. Uma vaga está aberta desde a aposentadoria compulsória do então presidente, ministro Luís Roberto Barroso, em 2025. Em um evento histórico, a indicação presidencial de Jorge Messias para a vaga foi rejeitada pelo Senado em abril de 2026, a primeira recusa em 132 anos. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda não apresentou um novo nome para a cadeira.

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Quem são os atuais ministros do STF?

Em julho de 2026, o STF opera com 10 ministros após a aposentadoria compulsória de Luís Roberto Barroso em 2025. Uma vaga permanece em aberto após o Senado rejeitar a indicação presidencial em abril de 2026. A seguir, conheça o perfil de cada um dos atuais membros da Suprema Corte.

Edson Fachin (Presidente)

Indicado por Dilma Rousseff em 2015, é doutor em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Assumiu a presidência em setembro de 2025. Foi o relator da Operação Lava Jato no Supremo e é conhecido por suas posições garantistas em matéria penal.

Gilmar Mendes

É o ministro com mais tempo de atuação na Corte. Indicado em 2002 por Fernando Henrique Cardoso, possui doutorado em Direito pela Universidade de Münster, na Alemanha. É conhecido por sua vasta experiência e por decisões frequentemente críticas a operações de grande repercussão.

Cármen Lúcia

Indicada por Luiz Inácio Lula da Silva em 2006, é mestre em Direito Constitucional pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Foi a segunda mulher a presidir o STF e é reconhecida por sua firmeza na defesa dos direitos das mulheres e da Constituição.

Dias Toffoli

Nomeado por Luiz Inácio Lula da Silva em 2009, é formado em Direito pela Universidade de São Paulo (USP). Atuou como advogado-geral da União antes de chegar à Corte. Suas posições costumam ser vistas como pragmáticas e moderadas.

Luiz Fux

Indicado em 2011 por Dilma Rousseff, é doutor em Direito Processual Civil pela UERJ. Oriundo da magistratura de carreira, presidiu o STF entre 2020 e 2022 e é considerado um dos maiores especialistas em processo civil do país.

Alexandre de Moraes

Nomeado por Michel Temer em 2017, é doutor em Direito do Estado pela USP. Ganhou notoriedade como relator de inquéritos sensíveis, como o das fake news e o dos atos antidemocráticos, adotando uma postura rígida na defesa da democracia.

Nunes Marques

O primeiro indicado por Jair Bolsonaro, em 2020, é mestre em Direito pela Universidade Autônoma de Lisboa. É considerado um ministro de perfil mais conservador e garantista, oriundo da Justiça Federal.

André Mendonça

Também indicado por Jair Bolsonaro, em 2021, é doutor em Direito pela Universidade de Salamanca, na Espanha. Ex-advogado-geral da União e ex-ministro da Justiça, é pastor presbiteriano e representa uma ala conservadora na Corte.

Cristiano Zanin

Indicado por Luiz Inácio Lula da Silva em 2023, é graduado em Direito pela PUC-SP. Foi advogado pessoal do presidente antes de sua nomeação. Seus primeiros votos mostraram um alinhamento com posições mais punitivistas em matéria penal.

Flávio Dino

O ministro mais recente, indicado por Luiz Inácio Lula da Silva e empossado em fevereiro de 2024, é mestre em Direito Público pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Com longa carreira política, já foi juiz federal, governador, deputado e senador.

A vaga em aberto no STF

Desde 2025, o Supremo Tribunal Federal opera com uma cadeira vaga. A vaga foi aberta com a aposentadoria compulsória do ministro Luís Roberto Barroso, que deixou a Corte ao completar 75 anos. Em uma tentativa de preenchê-la, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva indicou Jorge Messias, então Advogado-Geral da União. Contudo, em um movimento histórico ocorrido em 29 de abril de 2026, o Senado Federal rejeitou a indicação, marcando a primeira vez que isso acontece em 132 anos. Desde então, aguarda-se uma nova nomeação por parte da Presidência da República.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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