As pessoas estão mais felizes em 2026 do que no ano anterior em 25 dos 29 países analisados pela pesquisa global Ipsos Happiness Report 2026. No Brasil, 80% dos entrevistados se declaram felizes, um aumento de 2 pontos percentuais em relação a 2025.

O levantamento revela que 28% dos brasileiros se dizem muito felizes e 52% se consideram felizes. Apenas 15% se descrevem como não muito felizes e 5% como nada felizes. A média global para as mesmas categorias é de 18%, 56%, 22% e 5%, respectivamente.

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O que impulsiona a felicidade

Para os brasileiros, sentir-se amado é o fator que mais contribui para a felicidade, citado por 34% dos participantes. Em seguida, aparecem a saúde física e mental, com 31%, e o relacionamento com a família e os filhos, com 29%.

O país foi o que mais mencionou a fé religiosa ou a vida espiritual como motivo de bem-estar, com 22% das respostas, em comparação com a média global de 10%. Dados da pesquisa também mostram uma correlação entre renda e felicidade: pessoas com renda mais alta tendem a ser mais felizes (79%) do que as de renda mais baixa (67%).

Quando se trata de se sentir muito feliz, os homens brasileiros são maioria, com 29%, contra 26% das mulheres. Elas, no entanto, superam os homens na categoria "feliz", com 54% das respostas, enquanto 50% deles se declaram da mesma forma.

A pesquisa aponta que a felicidade é alta na juventude, diminui por volta dos 50 anos e atinge seu pico após os 70. No Brasil, a faixa etária de 50 a 74 anos registra o maior índice de felicidade, com 82%. Por outro lado, a Geração Z é a que mais afirma estar "nada feliz", com 6%.

Principais causas da infelicidade

Se os relacionamentos e a saúde geram felicidade, a infelicidade é causada principalmente por fatores externos. A situação financeira foi o motivo citado por 54% dos brasileiros, um pouco abaixo da média global de 57%.

A saúde mental e o bem-estar foram mencionados por 37%, e a situação habitacional ou as condições de vida por 27%. A questão financeira é uma preocupação para todas as gerações no Brasil, citada por 68% dos Baby Boomers, 62% da Geração X e 49% tanto dos Millennials quanto da Geração Z.

A percepção sobre a economia do país como fonte de infelicidade diminuiu em 2026. Em 18 dos 29 países, mais pessoas acreditam que a economia nacional está mais forte do que no ano anterior, o que pode explicar parte do aumento geral da felicidade.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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