Para acessar os programas sociais, as famílias que planejam solicitar o Bolsa Família ou outros auxílios precisam se inscrever no Cadastro Único (CadÚnico) do governo federal. O processo de filiação pode ser iniciado a qualquer momento, garantindo que os dados estejam prontos para as seleções futuras.

A inscrição possibilita que o governo conheça a realidade de quem vive em situação de vulnerabilidade, e por meio das informações coletadas, as famílias são identificadas e se tornam elegíveis para receber não apenas o Bolsa Família, mas também outros auxílios, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e a Tarifa Social de Energia Elétrica.

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O que é preciso para se cadastrar?

O processo de inscrição no CadÚnico é presencial e deve ser realizado em uma unidade do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) mais próxima da residência da família. Para agilizar o processo, é possível realizar um pré-cadastro on-line pelo aplicativo Meu CadÚnico.

No atendimento, é necessário que uma pessoa se torne a Responsável Familiar para fornecer as informações de todos os moradores da casa, levando os documentos de identificação de todos os membros da família.

Para o Responsável Familiar, é obrigatório apresentar o CPF ou o Título de Eleitor, enquanto para os demais integrantes, é necessário apresentar ao menos um dos seguintes documentos:

  • Certidão de nascimento;

  • Certidão de casamento;

  • CPF;

  • Carteira de identidade (RG);

  • Carteira de trabalho;

  • Título de eleitor.

Em 2026, novas regras entraram em vigor e, a partir de janeiro, tornou-se obrigatória a entrevista em domicílio para famílias unipessoais que desejam se inscrever ou atualizar o cadastro.

Quais os valores do Bolsa Família em 2026?

O Bolsa Família garante um valor mínimo de R$ 600,00 por família em 2026, com adicionais conforme a composição familiar, como R$ 150,00 por criança de até seis anos e R$ 50,00 para gestantes e jovens de 7 a 18 anos.

Como funciona a seleção para o Bolsa Família?

Estar no Cadastro Único não significa a entrada automática no Bolsa Família, sendo necessária uma análise mensal dos dados pelo governo federal para verificar os critérios de elegibilidade do programa. A seleção depende também do orçamento disponível para novas concessões.

Por esses motivos, qualquer mudança de endereço, telefone, renda ou na composição da família, como o nascimento de um filho ou a saída de um membro da casa, deve ser comunicada imediatamente ao CRAS, para manter o cadastro sempre atualizado. A desatualização dos dados por mais de dois anos pode levar ao bloqueio ou cancelamento do benefício.

Como consultar o status do benefício?

Após o cadastro, é possível acompanhar a situação do benefício por meio dos aplicativos Bolsa Família e Caixa Tem, ou pela Central de Atendimento do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) no telefone 121.

Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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*Estagiária sob supervisão do subeditor Thiago Prata

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