Além do valor destinado ao prêmio final, partes significativas do dinheiro arrecadado nas apostas da Mega-Sena vão para áreas essenciais da sociedade. A legislação brasileira determina que a maior parte da arrecadação seja revertida em benefícios sociais.

Em jogos como Mega-Sena, Lotofácil e Quina, pouco mais de 40% do valor obtido é destinado ao pagamento dos prêmios, enquanto o restante é dividido entre despesas de custeio, a comissão dos proprietários de lotéricas e, principalmente, os repasses sociais obrigatórios por lei.

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Essa distribuição garante que, mesmo quando ninguém acerta os números, a aposta de cada cidadão contribua diretamente para o financiamento de programas e fundos governamentais. É uma forma de transformar a receita dos jogos em investimentos públicos.

Para onde vai o repasse social?

Os recursos que não compõem o prêmio são distribuídos para diferentes setores, conforme a legislação específica de cada modalidade de loteria. Os principais beneficiados são:

  • Seguridade Social: é a área que recebe a maior fatia do repasse, ajudando a custear a previdência social, assistência social e a saúde pública.

  • Segurança Pública: os recursos abastecem o Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP), que investe em projetos para melhorar a segurança nos estados e municípios.

  • Esporte: o Comitê Olímpico Brasileiro (COB), o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e a Confederação Brasileira do Desporto Escolar também recebem verbas para fomentar o esporte nacional.

  • Cultura: o Fundo Nacional da Cultura (FNC) é outro beneficiado, recebendo recursos para financiar projetos artísticos e culturais em todo o Brasil.

Além disso, até mesmo o dinheiro dos prêmios pode ter um destino social, já que, caso o ganhador não apareça para resgatar o valor no prazo de 90 dias, o montante é integralmente repassado ao FIES, o que garante que o recurso beneficie a educação superior no Brasil.

Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, under supervisão editorial humana.

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*Estagiária sob supervisão do subeditor Thiago Prata

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