A Reforma Tributária é realidade no Brasil. Com ela, documentos fiscais, eventos, pagamentos, enquadramentos de fornecedores e apropriações de crédito precisam estar cada vez mais conectados na operação das empresas. De acordo com Allana Araújo, Diretora de Tecnologia da Qive, o desafio das áreas financeira e fiscal não é a falta de informação, e sim a falta de priorização no uso dos dados. Nesse cenário, a Qive anuncia o lançamento de sua camada de inteligência artificial, desenvolvida para apoiar a tomada de decisão antes do fechamento, e não apenas automatizar conferências.
“A inteligência artificial deixou de ser, por si só, um diferencial de produto. A conversa do mercado começa a migrar do acesso a modelos de IA para uma questão mais prática: como fazer essa inteligência trabalhar com dados, contexto e processos reais da empresa. Nas áreas de contas a pagar, fiscal e tributário, esse desafio é particularmente relevante. Os elementos necessários para responder a uma pergunta ou tomar uma decisão estão distribuídos entre documentos fiscais, ERPs, fornecedores, informações financeiras e diferentes sistemas”, explica Allana.
Por isso, de acordo com a especialista, uma IA genérica pode ajudar a interpretar informações, mas não necessariamente conhece o contexto da operação. “É aqui que está o diferencial da Qive. Ao longo de mais de 12 anos, construímos uma fundação baseada na captura, centralização e estruturação de documentos fiscais, expandida posteriormente para integrações com ERPs, APIs e outras etapas. Essa fundação cria contexto para que a IA seja usada como uma nova forma de acessar, interpretar e trabalhar com dados que já fazem parte da operação do cliente”, complementa a diretora.
Isso significa que a IA fica mais útil quando entende o contexto do negócio. Entre os lançamentos da companhia está o assistente de IA da Qive, que funciona dentro da área logada da plataforma e respeita as permissões de cada usuário. Em vez de navegar por filtros e telas, o time pergunta quais fornecedores concentram mais crédito ou como a Reforma Tributária afeta a operação e recebe a resposta a partir dos dados que já estão na Qive.
A segunda frente é o MCP (Model Context Protocol), um conector que leva as informações da Qive para as ferramentas de IA homologadas internamente pela empresa, como Claude e ChatGPT. O acesso exige autenticação e segue os protocolos de segurança de cada cliente, permitindo cruzar os dados da Qive com outras informações da empresa sem abrir mão da governança.
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“A aplicação de inteligência artificial exige dados confiáveis, estruturados e com origem validada. De que adianta um relatório com milhares de inconsistências se o time não sabe qual delas representa risco real? Não queremos entregar mais um painel cheio de alertas. Nosso foco é que o time saiba qual decisão tomar primeiro, por que ela importa e qual é o impacto no caixa, além de conhecer a origem de cada dado. E estamos abrindo esse lançamento para construir junto com os clientes”, finaliza a especialista.
Website: http://www.qive.com.br
