As pequenas e médias empresas se tornaram o centro de gravidade do mercado de saúde suplementar e as operadoras que entenderem esse público primeiro tendem a sair na frente. Segundo levantamento da Dimensa, empresa de tecnologia para o setor, os planos voltados a PMEs concentraram cerca de metade das cotações de saúde no primeiro semestre de 2026: foram 1,4 milhão de consultas para o segmento, de um total de 2,7 milhões realizadas na plataforma de multicálculo da companhia.

O dado confirma um movimento que já se via no mercado: o plano de saúde deixou de ser exclusividade das grandes empresas e virou ferramenta de atração e retenção de talentos também para o pequeno empresário, que enxerga no CNPJ o acesso a melhores condições e ao benefício como diferencial para a equipe. Mas atender bem esse público exige mais do que preço competitivo e pede também um modelo que assistência efetiva e previsibilidade de custo.

É nesse segmento que a Alice, plano de saúde para empresas que tem por missão tornar o mundo mais saudável, vem ganhando espaço. A operadora atende empresas de todos os portes, mas é entre as pequenas e médias que mais cresce: elas respondem por mais de 90% das novas vendas da companhia. "A pequena empresa quer o que toda empresa quer, ou seja, equipe bem cuidada e previsibilidade de custo", afirma Luca Freitas, diretor de Operações e Produto da Alice. "A Alice entrega esse cuidado a qualquer empresa, e as PMEs foram as que melhor responderam a isso."

O modelo que atrai essas empresas foge do tradicional. Em vez de funcionar como um intermediário que só paga a conta quando alguém adoece, a Alice construiu uma operação própria de cuidado. Cada membro, como a operadora chama seus beneficiários, tem um médico de família que acompanha sua saúde de forma contínua, coordena os encaminhamentos a especialistas, mesmo sem impedir o acesso direto, e resolve boa parte das questões antes que virem urgência. Tudo isso é sustentado por tecnologia própria, um prontuário eletrônico que integra o histórico do membro e camadas de inteligência artificial que agilizam o atendimento.

“Na prática, esse acompanhamento se traduz em mais resolutividade para as pessoas e em custo mais previsível para o empregador, dois pontos decisivos para quem tem uma equipe enxuta e pouca margem para surpresas no orçamento”, explica Freitas. 

O corretor tem papel central nessa escolha. O mesmo levantamento mostra que as cotações de PME geram, em média, 16 simulações cada uma, três vezes mais que em outros formatos, reflexo do trabalho consultivo de quem compara operadoras, coberturas e redes antes da decisão final da empresa. Para a Alice, esse profissional é um parceiro estratégico, não apenas um canal de venda.

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“Investimos em processos simples e sem burocracia, suporte próximo e um produto que, uma vez contratado, gera um ciclo virtuoso. A empresa satisfeita permanece e ainda recomenda o corretor que lhe apresentou o plano, o que abre novas oportunidades de negócio para ele. Vira um ciclo de novas indicações e todo mundo ganha", conclui o diretor. 



Website: https://alice.com.br/
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