A logística de cadeia fria segue entre os principais desafios operacionais do setor farmacêutico e hospitalar. O transporte e armazenamento de produtos sensíveis exigem controle rigoroso de temperatura, rastreabilidade e monitoramento contínuo para garantir conformidade regulatória e segurança dos insumos.
Segundo a Anvisa, normas sanitárias como a RDC 430 reforçam exigências relacionadas à integridade térmica e rastreabilidade durante todas as etapas da cadeia logística de medicamentos.
A KENKO, especializada em logística farmacêutica, avalia que o fortalecimento das boas práticas operacionais se tornou essencial para reduzir riscos e garantir conformidade regulatória.
Para a Kenko, o monitoramento contínuo ganhou papel estratégico nas operações.
“A cadeia fria exige controle constante das condições ambientais para garantir qualidade, segurança e aderência às exigências regulatórias”, afirma.
Segundo a empresa, auditorias, sensores inteligentes e rastreabilidade em tempo real vêm ampliando a previsibilidade das operações.
“A integração entre tecnologia e processos operacionais reduz vulnerabilidades e melhora a capacidade de resposta diante de desvios térmicos”, explica.
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Dados da IQVIA Brasil indicam crescimento contínuo do mercado farmacêutico brasileiro, ampliando também a demanda por operações logísticas especializadas e monitoradas.
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