Médicos-cientistas indianos e japoneses relataram uma descoberta científica inovadora: o mecanismo de cicatrização bem-sucedida da estenose uretral com a terapia celular BEES-HAUS. Essa conquista marcante na medicina regenerativa proporciona segurança e eficácia clínicas e é a primeira do gênero a utilizar uma abordagem híbrida que mistura dois grupos de células epiteliais bucais autólogas:um cultivado em 2D e outro em 3D em arcabouço Festigel. No tratamento da estenose uretral, o efeito parácrino do fator de crescimento insulínico tipo 1 (IGF-1) produzido pelas células cultivadas em 2D e o enxerto das células cultivadas em 3D no Festigel, que cobrem a ferida da uretrotomia e, em conjunto, reparam o defeito urotelial, foram publicados na revista Frontiers in Urology. Essa conquista, embora modesta, é uma novidade mundial tanto em termos de engenharia de tecidos in vitro quanto de benefícios clínicos por meio da cicatrização in vivo, restaurando a integridade urotelial. Ela representa um grande avanço por seu potencial de proporcionar qualidade de vida sem a recorrência da estenose a pacientes com problemas de micção, segundo os pesquisadores.

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