A Fórmula Vee Brasil divulgou a programação de atividades para o mês de abril, com treinos, competições e experiências voltadas a pilotos iniciantes e experientes em diferentes autódromos do estado de São Paulo.
Entre os destaques do calendário está a etapa do Campeonato Paulista de Fórmula Vee, que será realizada entre os dias 17 e 19 de abril, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP), com treinos livres, classificação e corridas. A programação inclui ainda a Copa FVee, no dia 25 de abril, e o FVee Open, voltado a iniciantes, no dia 26, ambos no Autódromo ECPA, em Piracicaba (SP), além de treinos livres distribuídos ao longo do mês.
Segundo Guilherme Putnoki, sócio-proprietário da Fórmula Vee Brasil, o processo de participação nos treinos livres é estruturado para receber pilotos com diferentes níveis de experiência e inclui etapas de cadastro e orientação inicial.
“As datas dos nossos treinos livres são divulgadas regularmente em nossas redes sociais, e os interessados em participar devem entrar em contato diretamente pelo nosso canal oficial no WhatsApp. O processo de integração começa com o preenchimento de uma ficha cadastral, seguido por um bate-papo inicial para que possamos entender o nível de conhecimento e experiência do piloto”, afirma.
Após esse primeiro contato, a atividade em pista é conduzida com acompanhamento técnico e orientações voltadas à segurança e adaptação ao equipamento. A proposta é permitir que o participante compreenda o funcionamento do carro e as condições da pista antes de iniciar a pilotagem.
“No dia da atividade, o participante é recebido pelo coach da categoria, que oferece orientações fundamentais sobre protocolos de segurança, informações técnicas do carro e as condições específicas da pista”, explica.
Outro ponto relevante dentro da estrutura da Fórmula Vee é a padronização dos equipamentos e dos carros utilizados nas atividades. A categoria adota um modelo em que toda a preparação técnica é centralizada, o que reduz variáveis externas e permite uma experiência mais uniforme entre os pilotos.
“Para garantir total conveniência e segurança, disponibilizamos o kit completo de equipamentos, incluindo macacão, HANS, capacete, luvas, balaclava e sapatilhas”, destaca Putnoki.
Além disso, todos os carros passam por preparação da equipe técnica da própria categoria, seguindo um padrão único de configuração.
“Como operamos sob o sistema de monogestão, todos os carros são preparados e ajustados exclusivamente pela equipe de mecânicos da Fórmula Vee, assegurando igualdade de condições”, acrescenta.
Para pilotos que desejam aprofundar o aprendizado, a categoria oferece o Super Curso de Pilotagem, que reúne diferentes etapas de formação. Esse formato permite uma evolução mais estruturada, especialmente para quem pretende seguir no automobilismo.
“Para quem está começando, oferecemos o Super Curso de Pilotagem, uma jornada completa que une aulas teóricas, sessões em simulador e prática real em pista”, pontua.
O curso também é utilizado como etapa de preparação para quem pretende avançar dentro do automobilismo e participar de competições oficiais organizadas no país.
“O tempo de pista acumulado durante o curso pode ser utilizado para a solicitação da carteira de piloto oficial junto à Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA)”, complementa.
A Fórmula Vee também adota um formato operacional focado na pilotagem, no qual a equipe técnica é responsável pela preparação dos carros, permitindo que o piloto concentre sua atenção na condução.
“O grande diferencial é o conceito sit and race, em que cuidamos de toda a preparação técnica para que o piloto foque apenas na pista”, compartilha.
Dentro desse modelo, a proposta da categoria é reduzir interferências externas na preparação dos carros, direcionando o foco da experiência para a pilotagem em si.
“O desempenho depende exclusivamente da habilidade no cockpit”, informa.
Além da parte técnica, a categoria também investe em transmissão das provas e presença digital, o que amplia a visibilidade das atividades e dos pilotos participantes.
“A Fórmula Vee busca constantemente gerar valor, investindo em transmissões de alta qualidade e presença nas redes sociais”, diz Putnoki.
Os requisitos para participação variam conforme o tipo de atividade. Nos treinos livres, o acesso é mais simplificado, enquanto competições oficiais exigem licenças específicas e critérios técnicos definidos pela organização.
“Para os Treinos Livres, jovens de 14 a 17 anos precisam apenas de autorização dos pais, enquanto maiores de 18 anos precisam apenas da CNH. Para a participação em campeonatos, a partir dos 14 anos, o piloto precisa da carteira PC (Piloto de Competição), emitida pela Confederação Brasileira de Automobilismo”, detalha.
Além disso, existem critérios relacionados à ergonomia e segurança no cockpit, que também são considerados para participação nas atividades.
“O ideal é que o piloto tenha altura máxima de 1,90m e peso até 100kg”, frisa.
Durante os eventos, a estrutura oferecida inclui suporte técnico e infraestrutura voltada ao conforto dos participantes, incluindo áreas de apoio dentro dos boxes.
“Nossa estrutura conta com um lounge exclusivo no boxe e fornecemos todos os equipamentos de segurança homologados”, revela.
Para quem deseja iniciar no automobilismo, a recomendação é começar pelas atividades introdutórias, como os treinos livres, antes de avançar para etapas mais estruturadas de formação.
“Recomendamos como ponto de partida o Treino Livre, seguido pelo Super Curso de Pilotagem para quem busca evoluir de forma estruturada”, reitera Putnoki.
A categoria também passa por um processo de expansão, com investimentos em estrutura de treinamento e suporte aos pilotos, ampliando as possibilidades de desenvolvimento dentro do automobilismo.
“O Grupo AMIKA inicia uma nova fase ao oferecer suporte integral aos pilotos da Fórmula Vee”, conclui.
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