O número de mortos em uma devastadora avalanche na fronteira entre o Nepal e o Tibete, na China, subiu para 356 nesta quinta-feira (27/8). A tragédia se agrava já que quase 1.500 pessoas ainda desaparecidas, segundo balanços oficiais divulgados pelos dois países, enquanto equipes de resgate continuam as buscas nas áreas atingidas.

O desastre ocorreu na quarta-feira (26/8), quando o colapso de um glaciar bloqueou um rio, provocando uma violenta enxurrada de água, lama e destroços. A força da correnteza destruiu vilarejos, estradas e diversas construções que estavam em seu caminho, deixando um rastro de devastação.

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A grande maioria das vítimas fatais foi registrada no Nepal, onde 353 mortes foram confirmadas. No Tibete, as autoridades chinesas confirmaram três mortes. As operações de busca enfrentam dificuldades logísticas para alcançar as regiões mais remotas, que ficaram isoladas após o colapso de vias de acesso.

Balanço de desaparecidos

A preocupação principal das equipes de emergência é com o alto número de pessoas ainda não localizadas, que chega a 1.468. Entre elas estão centenas de turistas e trabalhadores estrangeiros que visitavam a região, conhecida por suas trilhas no Himalaia.

No Nepal, há 910 pessoas desaparecidas - entre elas, estão mais de 700 são estrangeiros;

No Tibete, são 558 pessoas desaparecidas, incluindo 260 estrangeiros.

O governo nepalês divulgou uma lista parcial das nacionalidades dos estrangeiros que ainda não foram encontrados no país. Os números detalham a diversidade de visitantes na área no momento do desastre:

Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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