Uganda foi oficialmente declarada livre do ebola pela Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta quinta-feira (27), após 42 dias sem registrar novos casos. 

O ebola é transmitido pelo contato com fluidos corporais e causa febre hemorrágica. 

O país foi elogiado por seus esforços para prevenir a disseminação do surto, que sobrecarregou os serviços de saúde em algumas áreas do leste da República Democrática do Congo (RDC). 

"Uganda completou 42 dias desde que o último paciente com ebola confirmado, importado de outro país, recebeu alta em 16 de julho de 2026, sem nenhuma transmissão posterior associada a esse caso documentada, marcando o fim do surto", afirmou a OMS. 

A organização elogiou o governo, os profissionais da saúde e os parceiros pelas "medidas robustas tomadas para conter o surto e evitar uma disseminação mais ampla".

O país do leste da África registrou um total de 20 casos de ebola, quase todos envolvendo pessoas que viajaram da RDC, e duas mortes. 

Desde que o surto foi declarado em 15 de maio, mais de 5.600 casos confirmados foram registrados na República Democrática do Congo, incluindo mais de 2.700 mortes. 

Este é considerado o surto de propagação mais rápida da doença já registrado.

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