Uma mulher que ficou ferida no incêndio florestal na Andaluzia, no sul da Espanha, no começo de junho, morreu, informou, nesta terça-feira (28), o hospital onde ela era atendida, elevando a 14 o número de mortos pelas chamas.
A mulher morreu no Hospital Universitário Virgen del Rocío, em Sevlha, onde era tratada desde que sofreu graves ferimentos no incêndio, disse à AFP uma porta-voz do centro médico, sem dar detalhes.
Veículos de imprensa espanhóis destacaram que ela tinha permanecido em uma unidade de terapia intensiva com queimaduras em 70% do corpo.
O incêndio florestal que devastou a aldeia de Bédar, na província de Almería, que conta com uma importante população estrangeira, foi o mais mortal na Espanha em mais de duas décadas.
Das primeiras 13 vítimas fatais, 12 eram estrangeiras. Não foi informada de imediato a nacionalidade da nova vítima.
O incêndio, provocada pela queda de um cabo elétrico sobre uma rodovia, devastou cerca de 7.000 hectares de terreno.
As chamas, atiçadas por ventos fortes, devastaram florestas e matagais transformados em barril de pólvora pelas temperaturas do verão, extremamente altas.
Novos incêndios florestais impactaram a Espanha nos últimos dias, devastando dezenas de milhares de hectares a oeste de Madri, embora até agora não tenham sido registradas vítimas.
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