Os países da UE concordaram nesta quarta-feira (15) em prorrogar por um ano, até março de 2028, a proteção concedida aos refugiados ucranianos em seu território, mas, a partir de agora, devem negar os pedidos aos homens em idade militar. 

Mais de 4,4 milhões de ucranianos se beneficiam atualmente desse status especial, criado poucas semanas após o início da invasão russa em fevereiro de 2022. Ele lhes permite residir, trabalhar e ter acesso a ajuda dentro da União Europeia. 

A maioria desses refugiados vive na Alemanha, na Polônia e na República Tcheca. 

No entanto, a autorização precisa ser renovada todos os anos, algo que os países da UE aceitaram fazer mais uma vez na terça-feira. Porém, vários Estados-membros começam a mostrar sinais de impaciência diante de um conflito que se prolonga indefinidamente. 

Desta vez, a Comissão Europeia propôs excluir desse regime os homens em idade de combate que apresentem um primeiro pedido de proteção. 

De acordo com a lei marcial em vigor na Ucrânia, homens entre 23 e 60 anos não têm permissão para deixar o país, salvo em casos excepcionais.

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