O ex-líder da extinta guerrilha das Farc disse, nesta terça-feira (14), à AFP que as “mensagens de ódio” podem alimentar a “violência”, depois que o presidente eleito da Colômbia se comprometeu a colocá-lo na prisão e revogar uma parte fundamental do histórico acordo de paz de 2016. 

Rodrigo Londoño, conhecido pelo codinome “Timochenko”, afirmou que um grupo de antigos líderes guerrilheiros que assinaram a paz enviou uma carta ao ultradireitista Abelardo de la Espriella para reconhecer sua recente vitória eleitoral e solicitar um diálogo para “honrar” o acordo, que neste ano completa seu décimo aniversário.

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