Um homem foi enforcado nesta quarta-feira (13) no Irã após ser declarado culpado de ter estabelecido vínculos com a agência de inteligência israelense Mossad, segundo o órgão de imprensa do Poder Judiciário. 

A execução foi a mais recente desde o início da guerra desencadeada no Oriente Médio pelo ataque conjunto de 28 de fevereiro dos Estados Unidos e de Israel contra a República Islâmica. 

Desde então, as autoridades intensificaram as detenções e execuções no país.

"Ehsan Afreshteh, um espião treinado pelo Mossad no Nepal e que vendeu informações sensíveis a Israel, foi executado", anunciou o Mizan, órgão de imprensa do Poder Judiciário.

"Detido e julgado por espionagem e colaboração com o regime sionista, ele foi enforcado durante a manhã (de quarta-feira) após (...) a confirmação do veredicto por parte da Suprema Corte", acrescentou. 

Segundo organizações de defesa dos direitos humanos, incluindo a Anistia Internacional, o Irã é o país que mais recorre à pena de morte depois da China.

Na segunda-feira (11), Teerã anunciou a execução de um estudante de Engenharia Aeroespacial suspeito de espionar para os serviços secretos israelenses e americanos.

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