Antígua e Barbuda apresentou a candidatura de María Fernanda Espinosa, ex-ministra de Relações Exteriores do Equador, para substituir o secretário-geral da ONU, António Guterres, anunciou um funcionário da organização à AFP nesta terça-feira (12).

"Recebemos a documentação de Antígua e Barbuda" na tarde de segunda-feira, detalhou La Neice Collins, porta-voz das Nações Unidas.

A candidatura da equatoriana, que presidiu a Assembleia Geral de setembro de 2018 a setembro de 2019, é a quinta para ocupar a secretaria da organização. 

Os outros quatro candidatos são a chilena Michelle Bachelet, o argentino Rafael Grossi, a costa-riquenha Rebeca Grynspan e o senegalês Macky Sall. 

O próximo chefe das Nações Unidas começará o seu mandato em 1º de janeiro de 2027. 

Cada candidato potencial deve ser apresentado oficialmente por um Estado ou por um grupo de Estados, mas não necessariamente pelo seu país de origem.

Segundo uma tradição de rotatividade geográfica, que nem sempre é seguida, desta vez o cargo deveria recair em algum candidato latino-americano.

Muitos países defendem também que uma mulher ocupe este cargo pela primeira vez. 

Mas são os membros do Conselho de Segurança, em particular os cinco permanentes (Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido), que devem iniciar o processo de seleção antes do fim de julho.

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