A Presidência da Coreia do Sul afirmou, nesta quinta-feira (7, data local), que continuará seus esforços de paz mesmo depois que o Norte modificou sua constituição para eliminar qualquer referência à unificação dos dois países. 

A constituição norte-coreana dizia antes que o governo de Pyongyang buscava "a reunificação da pátria". 

Mas essa cláusula foi eliminada da última versão do documento, que foi revisado pela AFP na quarta-feira.

"Avaliaremos amplamente os temas relativos à revisão da constituição norte-coreana", indicou o gabinete do presidente sul-coreano, Lee Jae Myung. 

"Com base em uma extensa revisão, o governo promoverá consistentemente a política de coexistência pacífica na península coreana", acrescentou.

A constituição da Coreia do Sul inclui um compromisso com a unificação pacífica da península.

As duas Coreias permanecem tecnicamente em guerra porque o conflito de 1950 a 1953 terminou com um armistício, e não um tratado de paz.

O presidente sul-coreano mantém uma postura conciliadora em relação ao Norte, com chamados para realizar conversas sem condições.

No entanto, o líder norte-coreano Kim Jong Un declarou em fevereiro que o seu país não tem nada para conversar com o Sul.

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