A Prada aumentou seu faturamento em 6% no primeiro trimestre de 2026, graças à integração da Versace e a um ligeiro crescimento das vendas, em um contexto complicado, indicou nesta quinta?feira (30) o grupo italiano de luxo. 

O faturamento do grupo atingiu 1,67 bilhão de dólares (8,34 bilhões de reais), face a 1,56 bilhão (7,79 bilhões de reais) no primeiro trimestre de 2025, em meio a "tensões geopolíticas e macroeconômicas crescentes", indicou a empresa em comunicado. 

Este valor inclui os 167 milhões de dólares (834 milhões de reais) de faturamento da Versace, adquirida em 2025. Sem sua antiga concorrente, o faturamento do grupo Prada teria caído 4,2% em termos anuais. 

O aumento está em linha com o consenso dos analistas ouvidos pela FactSet, e é ligeiramente superior no caso da Versace. 

Os resultados do trimestre "prolongam a tendência de melhoria regular e progressiva das vendas diretas", destacou a empresa italiana. 

Em relação ao grupo Prada como um todo, as vendas a varejo no Oriente Médio caíram 30%, com uma taxa de câmbio desfavorável. 

A integração da Versace "progride bem", com uma reorganização em curso antes da "próxima fase de criação", com a chegada do novo diretor artístico Pieter Mulier, prevista para julho, declarou o diretor?geral do grupo Prada, Andrea Guerra. 

As vendas da Versace estão "em linha com as expetativas", indicou a empresa, que procura reposicionar pacientemente a marca nas vendas diretas e melhorar sua qualidade.

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