A França está investigando o reaparecimento de um site que permitiu ao criminoso sexual Dominique Pelicot recrutar dezenas de desconhecidos para estuprar sua então esposa Gisèle após dopá-la em sua casa entre 2011 e 2020, informou o Ministério Público nesta terça-feira (28).
As autoridades acusam a plataforma Coco de estar vinculada a crimes, incluindo abuso sexual de crianças, estupro e assassinato.
O site, que estava registrado no exterior, foi encerrado em junho de 2024.
O Ministério Público de Paris declarou à AFP ter iniciado uma investigação sobre a reabertura do site, que agora opera sob o nome de Cocoland.
Isaac Steidl, fundador e administrador da Coco, foi acusado em janeiro de 2025 de ser cúmplice no tráfico de drogas, posse e distribuição de pornografia infantil, corrupção de menores pela internet e associação criminosa.
Ele nega a acusações. Seu advogado, Julien Zanatta, afirmou que ele não tem "nada a ver" com o novo site.
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