Um homem condenado no Irã por pertencer ao grupo jihadista sunita Jaish al-Adl e por participar de ataques contra as forças de segurança foi executado neste domingo (26), anunciou o Judiciário iraniano. 

As execuções aumentaram no país desde o início da guerra desencadeada pela ofensiva conjunta dos EUA e Israel em 28 de fevereiro. 

Amer Ramesh foi preso durante uma operação antiterrorista em Shabahar, na província de Sistão-Baluchistão, no sudeste do país, segundo o Mizan Online, site do Judiciário, que não especificou a data. 

Ele foi condenado à morte por "rebelião armada, atentados com bomba e emboscadas contra militares", assim como por pertencer ao Jaish al-Adl, grupo proibido no Irã e considerado organização terrorista pelos Estados Unidos. 

A Suprema Corte iraniana confirmou a sentença em apelação, segundo o Mizan Online. 

No sábado, outro homem foi executado no Irã após ser condenado por colaborar com os serviços de inteligência israelenses. 

Segundo organizações como a Anistia Internacional, o Irã é o segundo país que mais aplica a pena de morte, depois da China.

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