O empresário Justin Sun apresentou uma ação judicial nesta quarta-feira (22) na qual acusou a plataforma de criptomoedas vinculada a Donald Trump e sua família de fraude e alegou que foi impedido de retirar seus ativos.

Sun, um criptomilionário de origem chinesa e antigo aliado de Trump, afirma na ação que havia comprado 45 milhões de dólares (R$ 260 milhões, na cotação da época) em WLFI, uma moeda eletrônica lançada pela World Liberty Financial, fundada por Donald Trump Jr. e Eric Trump, em outubro de 2024.

Para agradecer o investimento, os executivos da empresa o nomearam conselheiro e lhe deram tokens, diz a ação.

Inicialmente não transferível, a WLFI passou a ser negociada em 1º de setembro passado e agora é cotada publicamente. Desde então, seu valor despencou de 46 centavos por unidade para 8 centavos.

Sun afirma que seus ativos na criptomoeda foram congelados de forma unilateral pela World Liberty Financial e que não conseguiu revendê-los.

Além disso, afirmou que executivos da plataforma ameaçaram destruir suas participações caso tentasse tomar medidas legais.

Sun pede o desbloqueio de seus ativos, bem como uma indenização por danos e prejuízos.

Eric Trump, filho do presidente e cofundador da World Liberty Financial, disse nesta quarta-feira no X: "A única coisa mais ridícula que a ação judicial é gastar 6 milhões de dólares em uma banana colada na parede".

Em novembro de 2024, Justin Sun pagou 6,2 milhões de dólares (R$ 36 milhões, na cotação da época) por uma obra de arte que apresenta uma banana colada na parede com fita adesiva.

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