Três vítimas de ataques do Exército Republicano Irlandês (IRA) na Inglaterra retiraram o processo que moviam contra o ex-líder republicano Gerry Adams após um acordo entre as partes, anunciou um juiz do Tribunal Superior de Londres nesta sexta-feira (20).
Adams, o histórico líder norte-irlandês do partido nacionalista Sinn Féin, que não estava presente no tribunal nesta sexta, foi processado por três homens que ficaram feridos em ataques do IRA durante as décadas de 1970 e 1990.
Os autores da ação buscavam responsabilizá-lo pelos ataques.
"As partes concordaram que o processo está agora encerrado", disse o juiz Jonathan Swift.
Foi a primeira vez que o ex-líder político norte-irlandês, de 77 anos, compareceu a um tribunal inglês. Na terça-feira, quando depôs, ele negou ter sido membro do IRA.
Em 1983, Adams assumiu a liderança do Sinn Féin, o braço político do IRA, um grupo paramilitar que se opunha a qualquer presença britânica na ilha da Irlanda.
As vítimas exigiam de Gerry Adams uma indenização simbólica de uma libra (7 reais).
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