Gregory Bovino, que liderou operações migratórias agressivas, se aposentará da Patrulha de Fronteira dos Estados Unidos, afirmou ao The New York Times na segunda-feira (16).
Bovino ganhou notoriedade no segundo mandato de Donald Trump na Casa Branca como o chefe das operações em cidades governadas por democratas, como Los Angeles, Chicago, Nova Orleans.
Sua carreira desmoronou em Minneapolis, onde supervisionou operações violentas nas quais dois cidadãos americanos foram mortos a tiros.
Bovino afirmou que uma das vítimas, Alex Pretti, planejava um “massacre” porque portava uma pistola. Pretti tinha licença para a arma e não a utilizou, mas foi baleado após ser imobilizado por agentes de imigração.
Bovino defendeu a conduta dos oficiais, indignando ativistas e a oposição democrata, que pediu a sua cabeça.
Trump acabou destituindo Bovino e o substituiu pelo chefe de política de fronteira Tom Homan, considerado mais conciliador.
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