Um alto funcionário do Hamas teria morrido em um ataque israelense neste domingo (15), na região de Sidon, no sul do Líbano, informou à AFP uma fonte do grupo islamista palestino, aliado do movimento libanês pró-Irã Hezbollah. 

Também no sul do Líbano, forças de paz da ONU disseram neste domingo que foram alvejadas, "provavelmente por grupos armados não estatais". 

O Líbano foi arrastado para a guerra no Oriente Médio em 2 de março, quando o Hezbollah, que apoia o Irã, atacou Israel para vingar a morte do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, em ataques aéreos conjuntos entre EUA e Israel. 

Israel respondeu com ataques aéreos contra o país vizinho e incursões terrestres em áreas de fronteira. 

As autoridades libanesas disseram neste domingo que o número de mortos em decorrência dos ataques israelenses subiu para 850, enquanto mais de 830 mil pessoas foram registradas como deslocadas, incluindo cerca de 130 mil em abrigos coletivos. 

O ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Saar, afirmou neste domingo que não estão previstas negociações diretas com o Líbano para pôr fim à guerra com o país vizinho.

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