Um funcionário do órgão federal responsável pela alfândega dos Estados Unidos declarou, nesta sexta-feira (6), a um tribunal federal que não dispõe de meios para devolver parte das receitas obtidas com as tarifas de Donald Trump, declaradas ilegais pela Suprema Corte.

A Alfândega e Proteção de Fronteiras dos Estados Unidos (CBP, na sigla em inglês) terá, dentro de um mês, desenvolvido um processo para efetuar a devolução, afirmou Brandon Lord, seu diretor executivo de programas comerciais.

A CBP apresentou um documento ao tribunal depois que um juiz federal ordenou nesta semana ao governo Trump que começasse a reembolsar o dinheiro arrecadado com as tarifas.

A decisão do tribunal foi bem recebida pelas empresas, já que centenas delas haviam apresentado ações para recuperar as tarifas pagas, que, segundo Lord, giram em torno de 166 bilhões de dólares (871 bilhões de reais).

No mês passado, a Suprema Corte dos Estados Unidos declarou ilegais parte desses impostos, argumentando que o presidente Trump não tinha poderes para impô-los.

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