Israel declarou nesta quinta-feira (5) que a morte do aiatolá Ali Khamenei se enquadrou dentro do direito internacional que rege os conflitos armados, ao descrevê-lo como o comandante em chefe das forças armadas iranianas e um alvo legítimo.

A guerra no Oriente Médio que começou no sábado foi desencadeada por ataques coordenados dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, incluindo um que matou o líder supremo iraniano.

Israel afirmou que os ataques eram essenciais para salvaguardar sua própria segurança nacional, em parte porque o Irã estava reconstituindo seu programa nuclear em uma nova instalação subterrânea.

O porta-voz militar israelense, Nadav Shoshani, disse nesta quinta-feira que o ataque que matou Khamenei "cumpriu o direito internacional".

"Segundo o direito internacional dos conflitos armados, os comandantes militares que dirigem forças armadas durante uma guerra podem constituir alvos militares legítimos", declarou Shoshani no X.

"Como líder supremo do Irã, Ali Khamenei exercia a função de comandante em chefe das Forças Armadas iranianas", acrescentou, descrevendo o aiatolá como "o máximo responsável pelas decisões sobre as operações militares do Irã".

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