Os Estados Unidos anunciaram novas sanções contra o Irã nesta quarta-feira (25), como parte de sua campanha de "pressão máxima" antes da próxima rodada de negociações entre os dois países em Genebra. 

O presidente americano, Donald Trump, ameaçou repetidamente Teerã com ataques caso o país não assine um acordo sobre seu programa nuclear. 

Essas últimas sanções do Departamento do Tesouro dos EUA visam mais de 30 indivíduos, entidades e embarcações que, segundo afirma, facilitam a "venda ilícita de petróleo iraniano" e a produção de armas no país. 

O Departamento do Tesouro detalha uma lista de embarcações que operam "como parte da frota paralela do Irã, que transporta petróleo e derivados iranianos para mercados estrangeiros". 

"O Irã explora o sistema financeiro para vender petróleo ilícito, lavar dinheiro, adquirir componentes para seus programas de armas nucleares e convencionais e apoiar seus grupos terroristas", afirmou o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, em um comunicado. 

O governo Trump continuará aplicando "pressão máxima sobre o Irã para prejudicar as capacidades bélicas do regime e seu apoio ao terrorismo", detalhou o comunicado. 

Em seu discurso sobre o Estado da União na noite de terça-feira, Trump acusou Teerã de nutrir "ambições nucleares sinistras". 

Trump ordenou uma grande mobilização militar ao redor do Golfo. 

O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, no entanto, reiterou que há uma "perspectiva favorável" para as negociações entre os dois lados.

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