O presidente de Israel, Isaac Herzog, afirmou nesta segunda-feira (9) que as pessoas de todas as religiões devem superar o mal do antissemitismo, ao recordar as vítimas do atentado que matou 15 pessoas durante uma festa judaica na praia australiana de Bondi. 

Em um dia de chuva, o chefe de Estado prestou homenagem aos falecidos no ataque de 14 de dezembro, ao iniciar uma visita de quatro dias, com rigorosas medidas de segurança, à comunidade judaica da Austrália.

"Os vínculos entre as pessoas de bem de todas as religiões e de todas as nações continuarão firmes diante do terror, da violência e do ódio", declarou Herzog após depositar flores diante do Bondi Pavilion, na praia.

"Juntos, vamos superar este mal", afirmou.

O chefe de Estado disse que colocou duas pedras de Jerusalém na praia de Bondi "em memória sagrada das vítimas". 

Ele celebrou os "passos positivos" tomados pelo governo australiano para combater o antissemitismo, com leis mais severas contra a posse de armas e o discurso de ódio, adotadas após o ataque.

Herzog, no entanto, disse à imprensa que compartilha a frustração das pessoas com o aumento do antissemitismo "em todo o mundo".

O ataque na praia de Bondi foi cometido por um homem de 50 anos de nacionalidade indiana, Sakid Akram, e seu filho Naveed, um australiano de 24 anos.

Sajid Akram foi morto a tiros pela polícia e seu filho permanece detido, acusado de terrorismo e 15 homicídios.

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