Os Estados Unidos impuseram, nesta quarta-feira (21), sanções a um grupo palestino envolvido em flotilhas civis que tentam romper o bloqueio marítimo de Israel sobre Gaza, acusando-o de trabalhar para o Hamas.

Israel interceptou as flotilhas compostas por vários barcos e deteu seus participantes, inclusive a ativista climática sueca Greta Thunberg.

O Departamento do Tesouro dos EUA disse que a Conferência Popular de Palestinos no Exterior (PCPA, na sigla em inglês) tem sido a "principal organizadora" das flotilhas e sustentou que estava "atuando clandestinamente em nome do Hamas".

A administração do presidente Donald Trump também impôs sanções a seis organizações de caridade com sede em Gaza, alegando que fazem parte da ala militar do Hamas.

As sanções bloquearão quaisquer ativos que os grupos tenham nos Estados Unidos e penalizarão as transações realizadas com eles.

O governo americano "não ficará de braços cruzados enquanto a liderança do Hamas e seus facilitadores exploram o sistema financeiro para financiar operações terroristas", disse, em um comunicado, John Hurley, funcionário do Departamento do Tesouro.

O grupo apoiou flotilhas que tentaram romper o bloqueio israelense a Gaza, que foi reduzida a escombros após dois anos de incessantes bombardeios israelenses e onde as Nações Unidas já haviam constatado situação de fome extrema.

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