O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, aceitou o convite para integrar o "Conselho de Paz" do presidente americano, Donald Trump, anunciou seu gabinete nesta quarta-feira (21). 

O conselho foi inicialmente concebido para supervisionar a reconstrução da Faixa de Gaza no pós-guerra, mas sua carta constitutiva, à qual a AFP teve acesso, não parece limitar sua função ao território palestino. 

Para ingressar permanentemente no grupo, que alega promover a "estabilidade global", os membros devem pagar até 1 bilhão de dólares (5,37 bilhões de reais). 

O conselho será presidido pelo próprio Trump, que também atuará "separadamente" como representante dos Estados Unidos. 

"O primeiro-ministro Netanyahu anunciou que aceitou o convite do presidente americano, Donald Trump, e que se juntará ao Conselho de Paz, que será composto por líderes mundiais", afirmou seu gabinete em um comunicado. 

Dezenas de países e líderes confirmaram ter recebido o convite, incluindo aliados próximos dos Estados Unidos, assim como adversários. No entanto, a França, parceira de longa data de Washington, afirmou que não participará.

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