A fabricante de aeronaves Boeing chegou a um acordo com um cidadão canadense que a processou em um tribunal dos Estados Unidos pela morte de vários familiares no acidente de um 737 MAX 8 em 2019, informou nesta quarta-feira (14) o advogado do autor.
O acordo foi fechado na noite de terça-feira, na véspera do início previsto do julgamento em um tribunal federal cível em Chicago.
“As quantias permanecem confidenciais”, indicou em nota o escritório Clifford Law Firm. “A Boeing aceitou toda a responsabilidade pela perda absurda e evitável dessas vidas inocentes”, declarou Robert Clifford.
Manant Vaidya entrou com uma ação contra a fabricante americana pela morte de sua irmã Kosha e de seus pais, Pannagesh e Hansini Vaidya, em um acidente em 10 de março de 2019, no qual morreram ao todo 157 pessoas.
A tragédia ocorreu em 10 de março de 2019, quando o avião da Ethiopian Airlines, um Boeing, caiu seis minutos após decolar de Adis Abeba rumo a Nairóbi.
Vaidya também perdeu seu cunhado Prerit Kumar Dixit, marido de Kosha, e suas sobrinhas adolescentes Anushka e Ashka Dixit. O caso dessas três últimas mortes foi resolvido com um acordo extrajudicial em julho de 2025.
A Boeing admitiu em 2019 que um software de segurança contribuiu para o acidente da Ethiopian Airlines, assim como para o de um 737 MAX 8 da companhia indonésia Lion Air em 29 de outubro de 2018.
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