“O movimento sempre foi meu lugar de pertencimento”. A frase do empresário e atleta Lui Filho define o conceito da The Beat Life Club (TBLC), um ecossistema de bem-estar com inauguração prevista para junho no Shopping Botânico, em Belo Horizonte.
O empreendimento é a materialização de uma vida dedicada à performance. Limitado a 700 sócios, o clube é o resultado da jornada de Lui, que começou nos campos de futebol e se consolidou no ciclismo de alta performance.
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Uma vida dedicada ao esporte
Filho de Luizinho, ex-zagueiro da Seleção Brasileira e de Atlético e Cruzeiro, Lui Filho cresceu nos bastidores do futebol profissional. “Dormir em concentrações e estar em campo com meu pai me ensinou a linguagem silenciosa entre corpo e mente”, declara.
Após o pai abrir uma das academias pioneiras em sua cidade, Lui entendeu que o esporte era seu caminho. Foi no ciclismo indoor que ele encontrou sua própria voz, tornando-se atleta e Master Trainer global, validando tecnologias esportivas pelo mundo.
A experiência sobre a bicicleta moldou a resiliência que hoje aplica nos negócios. “O ciclismo ensina que você não negocia com a verdade. Ou você tem a consistência necessária, ou o asfalto te cobra”, explica.
Do treino ao ‘luxo da paz’
Em 2019, Lui fundou a The Beat Training, que, em sete anos, atendeu mais de 2 mil alunos. Sua inquietação o levou a um novo projeto ao notar que o mercado de luxo focava em ostentação, mas não em saúde integrada. Assim, decidiu criar um refúgio.
“O mundo ficou barulhento demais. Para mim, o verdadeiro luxo moderno é o tempo, a privacidade e o silêncio mental. É o que chamo de luxo da paz”, detalha o empresário.
Na The Beat Life Club, essa visão se transforma em um ecossistema onde a tecnologia é onipresente, mas discreta. A metodologia do clube inclui:
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Life code™: uma equipe multidisciplinar com médicos, nutricionistas e fisioterapeutas atua sob um protocolo único, com mentoria de Lui.
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Biohacking e cuidado humano: o clube usa anéis inteligentes para monitorar o sono e o estresse dos sócios 24 horas por dia. Se os dados indicam que um membro não descansou, a equipe ajusta o treino antes mesmo de sua chegada.
“A alma continua sendo gente cuidando de gente. A tecnologia é apenas a ferramenta para sermos mais precisos no cuidado”, pontua Lui Filho.
A TBLC adota um modelo de 700 cotas numeradas e transferíveis. Ao atingir o limite, o clube não aceitará novos membros, garantindo uma proporção de três alunos por treinador e um ambiente de networking seleto.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.
