O Mount Pleasant, da Jamaica, enfrentou um problema inesperado antes do confronto com o LA Galaxy, pelas oitavas de final da Liga dos Campeões da Concacaf. Isso porque 10 jogadores da equipe não conseguiram viajar para os Estados Unidos depois que as autoridades americanas negaram seus vistos de entrada.
Entre os atletas impedidos de embarcar estavam sete jogadores haitianos. De acordo com o clube, a decisão ocorre em meio à política adotada pelos Estados Unidos que, desde o início de 2026, suspendeu a concessão de vistos para cidadãos de mais de 70 países. Entre as nações afetadas está o Haiti, o que acabou impactando diretamente o time jamaicano.
Diante da situação, o Mount Pleasant manifestou insatisfação publicamente. O diretor esportivo do clube, Paul Christie, criticou a decisão e afirmou que a equipe perdeu a chance de competir em igualdade de condições. Queremos ser competitivos e estamos sendo impedidos de dar o nosso melhor, disse.
Copa do Mundo
Além disso, o episódio reacendeu o debate sobre as restrições de entrada nos Estados Unidos, especialmente por causa da proximidade da próxima Copa do Mundo, que começa em 11 de junho.
Afinal, quatro seleções classificadas para o torneio pertencem a países que aparecem na lista de restrições de vistos: Haiti, Senegal, Costa do Marfim e Irã.
Por fim, a situação da seleção iraniana ainda permanece indefinida. Isso porque as recentes tensões diplomáticas e conflitos com os Estados Unidos podem influenciar diretamente na participação da equipe no torneio.
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A notícia EUA proíbem 10 jogadores de atuarem em partida da Champions da Concacaf foi publicada primeiro no No Ataque por Redacao Jogada10
