Não como números, mas como presenças que atravessam o tempo e ajudam a dar forma ao que foi Chernobyl.
Em 26 de abril de 1986, o reator 4 explodiu e iniciou o maior desastre nuclear da história, embora seu impacto humano não tenha sido visto de imediato.
Entre esses nomes estão os do bombeiro que entrou na usina sem saber o que enfrentava, da mulher que continuou ao lado de quem amava e do cientista diante do inexplicável.
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Há também aqueles marcados desde a infância e os que escolheram ficar em cidades transformadas em territórios fantasmas.
Chernobyl não terminou na explosão.
Tornou-se um processo que vive em memórias e consequências.
Cada história revela um passado que insiste em permanecer e ainda precisa ser compreendido.