A Yamaha está movimentando o mercado de motocicletas no Brasil de um jeito que não víamos há tempos. A marca japonesa acaba de soltar uma bomba com seus lançamentos para 2025, trazendo desde motos renovadas até a primeira scooter elétrica fabricada no país. É uma estratégia que mostra como a empresa está levando a sério tanto a sustentabilidade quanto as necessidades dos motociclistas brasileiros.
O grande diferencial desta vez é que não se trata apenas de pequenos retoques. A Yamaha investiu pesado em tecnologia, conectividade e design para criar uma experiência completamente nova. As atualizações chegam em modelos que já fazem sucesso, como a Factor e a FZ15, mas também trazem a novidade que todo mundo estava esperando: uma moto 100% elétrica feita aqui mesmo no Brasil.
O que mudou na nova Yamaha Factor DX 2025?

A Yamaha Factor DX chegou para mostrar que moto de entrada também pode ter sofisticação. Por R$ 18.490, ela vem com um visual completamente novo que inclui farol LED com luz de posição integrada, rodas coloridas e motor pintado de preto. As cores são um espetáculo à parte: Silver Beskar com rodas verdes, Racing Blue com rodas azuis e Midnight Black com rodas douradas.
Mas não para por aí. A versão DX traz um pacote de acessórios que faz toda a diferença no dia a dia: tomada USB com entradas tipo A e C, cavalete central e alça do garupa em alumínio. O motor continua sendo o 150cc BlueFlex que entrega 12 cv com etanol e consegue rodar até 45 km/l. Com o pacote completo de acessórios, o preço vai para R$ 18.990, uma diferença pequena considerando o que você ganha a mais. A Factor tradicional sai por R$ 17.690 e já vem com farol LED e painel digital estilo Blackout com indicador de marchas.
Como a conectividade está mudando o jogo nas motos Yamaha?
A grande revolução está acontecendo na conectividade, especialmente na FZ15 ABS Connected que custa R$ 20.390. A moto agora vem com o sistema Yamaha Motorcycle Connect, que permite conectar o celular direto no painel da moto. Imagina só: você pode ver notificações de chamadas e mensagens sem tirar o olho da estrada, além de monitorar o nível da bateria do seu celular.
A tecnologia Y-Connect vai além do básico. Através do aplicativo, você consegue programar manutenções, comparar seu estilo de pilotagem com outros proprietários de FZ15 e até localizar a moto no estacionamento quando você esquece onde deixou. A FZ15 também ganhou uma tomada 12V integrada ao guidão, perfeita para quem precisa carregar dispositivos durante a pilotagem. É conectividade de verdade, não só marketing.
Qual é a novidade da primeira scooter elétrica da Yamaha?

A Yamaha Neo’s Connected é histórica: a primeira scooter elétrica de uma marca japonesa fabricada no Brasil. Produzida em Manaus desde janeiro, ela chega às lojas em fevereiro por R$ 33.990. O design é minimalista, com molduras emborrachadas que protegem contra pequenos arranhões, e ela consegue rodar 80 km com uma carga completa.
O legal da Neo’s é que ela tem duas baterias de lítio removíveis de 23,2 Ah cada uma. Isso significa que você pode carregar em casa, no trabalho ou onde for mais conveniente. A recarga completa demora 9 horas, mas de 20% a 80% leva só 5 horas. O motor elétrico fica na roda traseira e entrega 3,1 cv com torque instantâneo de 13,8 kgfm. Pode parecer pouco, mas a aceleração é forte e controlável, perfeita para o trânsito urbano.
O que esperar do futuro elétrico da Yamaha no Brasil?
A Neo’s Connected é só o começo da revolução elétrica da Yamaha no país. A marca está testando as águas do mercado brasileiro com este modelo, que vem equipado com conectividade total através do app Y-Connect. Você pode verificar o status das baterias, localizar a moto e até receber notificações no painel da scooter.
A produção nacional é estratégica. Além de reduzir custos, mostra que a Yamaha acredita no potencial do mercado brasileiro para veículos elétricos. Com a atual detentora de 17% do mercado nacional de motocicletas, a marca está bem posicionada para liderar a transição para a mobilidade sustentável. A vida útil das baterias é de 3 anos ou 25 mil quilômetros, e a manutenção é muito mais simples que motos convencionais. É uma aposta clara de que o futuro das duas rodas no Brasil será cada vez mais elétrico, começando pelos centros urbanos onde faz mais sentido ter uma moto que não polui e anda no silêncio.




