Para uma casa abastecida com água potável, o filtro de barro costuma pesar menos no bolso porque não usa energia e tem manutenção simples. O purificador cobra mais pela compra e pela praticidade da água gelada. Já o galão exige pagamentos frequentes, e o custo cresce conforme o consumo e o preço cobrado na região.
Qual opção costuma ser mais barata para a família?
O filtro de barro tende a ser a opção de menor custo ao longo do tempo quando a água da rede já atende ao padrão de potabilidade. Ele trabalha por gravidade e não precisa ficar ligado na tomada.
Essa comparação não vale para toda casa. O Ministério da Saúde alerta que o tratamento feito dentro da residência não garante sozinho a potabilidade. Quando há dúvida sobre a origem da água, a prioridade é resolver a segurança antes do preço.

Quanto custa começar e manter cada opção?
Os preços mudam por modelo, frete, promoção e cidade. Como referência de julho de 2026, as lojas oficiais mostram diferenças grandes entre a compra de um filtro de barro e a de um purificador refrigerado.
Os exemplos abaixo não incluem frete, tarifa de água nem eletricidade:
Os dados do filtro e da vela aparecem na loja oficial da Cerâmica Stéfani. O purificador e o refil foram consultados na loja oficial da IBBL.
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Como calcular o custo com o consumo da casa?
O cálculo deve usar a quantidade de água consumida pela família durante o mês. Depois, é preciso aplicar a vida útil do elemento filtrante ou o preço de cada galão.
Uma simulação com 240 litros por mês pode ser feita assim:
- Filtro de barro: 2.880 litros por ano exigiriam cerca de 6 velas de 500 litros, respeitando também o prazo máximo.
- Custo das velas: 6 trocas de R$ 30 somariam R$ 180 no exemplo, sem contar a água da rede.
- Purificador: o limite de 6 meses levaria a 2 trocas de refil por ano, mesmo sem atingir 3.000 litros.
- Custo dos refis: 2 unidades de R$ 109 somariam R$ 218, além da compra e da energia.
- Galão: 240 litros exigiriam 12 recipientes de 20 litros por mês.
No galão, a fórmula mensal é simples: quantidade de galões multiplicada pelo preço cobrado na cidade. Se cada unidade custar R$ 20, apenas como hipótese, 12 galões chegariam a R$ 240 por mês.
Qual opção combina melhor com cada tipo de casa?
A escolha depende da origem da água, do espaço, da necessidade de refrigeração e da disposição para trocar velas ou refis. O preço sozinho não mostra toda a diferença.
O selo do Inmetro para aparelhos de água informa retenção de partículas, redução de cloro e eficiência bacteriológica quando essa função existe:
O que deve ser conferido antes da compra?
O consumidor deve conferir o selo, a classificação, a capacidade e o prazo de troca. No galão, também precisa observar o lacre, a validade, a procedência e as condições de armazenamento.
O filtro de barro exige limpeza correta e troca da vela. O purificador precisa do refil compatível, e modelos refrigerados acrescentam consumo elétrico. O galão não tem refil, mas cria uma despesa nova a cada reposição.
A comparação de custos também ajuda em outras escolhas da casa, como o revestimento que substitui o gesso e reduz o gasto da reforma. Para água potável da rede, o filtro de barro costuma vencer no preço.




