Prestígio, história e logotipo famoso já não garantem mais sobrevivência. Nos bastidores do mercado de luxo, marcas gigantes estão perdendo valor, relevância e desejo, mesmo sendo conhecidas no mundo todo. E o colapso pode ficar ainda mais evidente em 2026.
O luxo deixou de ser sinônimo de valor eterno
Durante anos, marcas como Michael Kors, Coach e Burberry pareciam intocáveis. Mas decisões focadas em crescimento rápido acabaram corroendo aquilo que sustentava o luxo: exclusividade.
Quando todo mundo tem, deixa de ser especial. O mercado percebeu isso rápido, e as ações dessas empresas despencaram junto com o prestígio.

O erro fatal de confundir crescimento com exclusividade
Abrir milhares de lojas e inundar outlets parece lucrativo no curto prazo. Só que no luxo, escassez é matemática, não marketing.
Quando 40% das mulheres de um país têm a mesma bolsa, ela deixa de ser símbolo de status e vira uniforme. E ninguém paga caro por algo comum.
Como os outlets destruíram a percepção de valor
Antes de listar os impactos, vale entender o efeito psicológico dos descontos constantes. Eles treinam o consumidor a nunca pagar o preço cheio.
Os principais danos causados pelos outlets foram
Mesmo marcas que tentaram recuar descobriram que esse caminho não tem volta.
Por que os jovens rejeitam essas marcas hoje
Existe uma mudança geracional clara. Logos grandes, chamativos e óbvios perderam apelo, principalmente entre a Geração Z, que prefere o chamado luxo silencioso.
Esse choque de valores aparece de forma clara
- Logos visíveis passaram a ser vistos como cafonas
- Minimalismo virou símbolo de status real
- Marcas presas ao passado parecem artificiais
- Colaborações forçadas soam desesperadas
Quem não conseguiu mudar a identidade ficou preso em uma estética rejeitada pelo mercado. Selecionamos um vídeo do canal O Saudosista fala um pouco mais sobre a tendência do minimalismo no mundo dos negócios e das marcas.
Tecnologia e mudança de estilo aceleraram o colapso
Algumas categorias simplesmente foram atropeladas. Relógios de moda, por exemplo, perderam espaço para o Apple Watch, enquanto os de alto luxo viraram investimento.
Somado a isso, o home office reduziu eventos formais. Saltos caros, ternos rígidos e peças pouco funcionais perderam sentido em uma vida mais prática e confortável.




