Um livro escrito dentro de um presídio brasileiro acabou chamando atenção por revelar bastidores que quase ninguém conhecia. A obra levantou tanta polêmica que foi retirada de circulação por decisão judicial, despertando ainda mais curiosidade do público.
Este livro realmente foi proibido no Brasil
O livro “Diário de Tremembé O Presídio dos Famosos” foi proibido pela Justiça em 2019. A decisão determinou a retirada da obra do mercado por violar a privacidade de detentos citados nos relatos.
A proibição aconteceu pouco tempo após o lançamento e acabou transformando o livro em um objeto de curiosidade. Quanto mais difícil de encontrar, maior passou a ser o interesse das pessoas.

Quem escreveu o livro e por que isso chamou atenção
O autor é Acir Filló, ex-prefeito de Ferraz de Vasconcelos, preso por corrupção. Ele escreveu o livro enquanto cumpria pena na Penitenciária II de Tremembé, conhecida como presídio dos famosos.
O fato de o autor estar preso e relatar o dia a dia ao lado de condenados conhecidos deu ainda mais peso à obra, que mistura vivências pessoais, conversas e bastidores do cárcere.
Quais famosos aparecem nos relatos do livro
Os relatos chamaram atenção por citarem presos que tiveram grande exposição na mídia. Esses nomes aparecem em trechos que descrevem convivência, diálogos e episódios internos da prisão.
O que o livro revela sobre o presídio de Tremembé
O livro descreve a rotina interna do presídio e traz gírias usadas pelos detentos, além de supostos privilégios e acordos informais. Os apresentadores explicam que nem tudo pode ser confirmado.
Entre os temas abordados nos trechos lidos no vídeo, estão:
- Conversas privadas entre presos
- Supostos esquemas e fraudes
- Relações familiares e bastidores da prisão
Selecionamos uma análise do livro do canal Astronígena, que conta com mais de 70 mil inscritos, que pode te ajudar a entender um pouco mais a história por trás de todas as polêmicas que o cercam.
Por que o conteúdo gerou tanta polêmica judicial
A Justiça entendeu que o livro expunha informações não autorizadas e tratava de fofocas internas. A juíza responsável considerou que os relatos violavam direitos de privacidade dos citados.
Após a decisão, o autor foi transferido de unidade e o livro saiu oficialmente de circulação, embora cópias continuem sendo compartilhadas na internet até hoje.




