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Demissão por não enfrentar criminosos armados gera revolta e termina com indenização milionária na Justiça

Gabriel Martins Por Gabriel Martins
20/01/2026
Em Economia
Demissão por não enfrentar criminosos armados gera revolta e termina com indenização milionária na Justiça

Justiça considerou abusiva demissão por exigir risco extremo fora das funções

A Justiça italiana anulou a demissão de um vigilante que não reagiu a assalto armado, fixando indenização de 42 mil euros. O tribunal afirmou que preservar a própria vida segue protocolos e não configura omissão.

A Justiça italiana considerou abusiva a demissão de um vigilante de segurança privada que não interveio fisicamente em um assalto armado. A decisão fixou indenização de 42 mil euros e reforçou que preservar a própria vida não configura omissão, mas respeito aos limites legais da função.

Por que a demissão do vigilante foi considerada injusta?

O trabalhador seguiu os protocolos de segurança pessoal ao identificar um roubo em andamento, optando por não confrontar criminosos armados e acionar imediatamente as autoridades competentes.

Para o tribunal, exigir reação física sem paridade de força transforma o contrato em um risco ilegítimo. A Justiça entendeu que o dever do vigilante é monitorar e comunicar, não substituir o Estado em ações de repressão armada.

Demissão por não enfrentar criminosos armados gera revolta e termina com indenização milionária na Justiça
Demissão foi injusta porque vigilante seguiu protocolos e preservou a própria vida

Qual é a diferença legal entre vigilante e policial?

A decisão destacou que a confusão entre segurança privada e poder estatal é recorrente e perigosa. O tribunal esclareceu os limites objetivos de cada função, conforme suas atribuições legais, como demonstrado a seguir.

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  • Vigilante privado: atua no monitoramento e proteção patrimonial, com poder de agir restrito à legítima defesa.
  • Agente policial: possui poder estatal para intervir, reprimir crimes e assumir riscos inerentes à função pública.
  • Dever de enfrentamento: inexiste para vigilantes quando há ameaça direta à própria integridade física.

Como o tribunal avaliou a conduta durante o assalto?

O juiz considerou que permanecer em local seguro e comunicar o crime foi uma atitude de prudência profissional, alinhada às boas práticas internacionais de segurança.

A sentença reforçou que a ausência de intervenção física não representa desinteresse, mas respeito aos protocolos que priorizam a vida humana sobre a defesa material de bens recuperáveis.

Demissão por não enfrentar criminosos armados gera revolta e termina com indenização milionária na Justiça
Conduta prudente ao acionar autoridades respeitou boas práticas de segurança

Leia mais: INSS usa IA para fiscalizar beneficiários em tempo real e bloqueia pagamentos ao detectar sinais de fraude ou omissão

O que a indenização de 42 mil euros representa?

O valor fixado teve caráter reparatório amplo, levando em conta os danos causados pela demissão indevida e pelo impacto psicológico sofrido pelo trabalhador. A decisão detalhou a composição da indenização nos pontos abaixo.

  • Salários retroativos: pagamento integral do período de afastamento após a demissão.
  • Danos morais: compensação pela exposição, humilhação e estresse gerados pela acusação de omissão.
  • Atualização legal: aplicação de correção monetária e encargos conforme a legislação trabalhista vigente.

Quais reflexos esse caso traz para o setor de segurança?

A sentença estabelece um precedente relevante ao afirmar que empresas não podem transferir o risco do negócio para o corpo do trabalhador, sob pena de grave violação de direitos fundamentais.

O entendimento reforça a necessidade de protocolos focados em preservação da vida, uso de tecnologia e respeito aos limites legais da profissão, evitando passivos trabalhistas e exigências incompatíveis com a função exercida.

Tags: Agente policialdemissãoVigilante

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